Homens santos e desertores
É uma peça consistente. É ótima. É Mário Bortolotto abordando de forma decisiva o entendimento sobre a vontade, a possibilidade e a conquista. Dois personagens de gerações distintas, um busca o diálogo, o outro nada tem a dizer que justifique seu futuro, ou o de ambos. Sob a luz da fatalidade a conversa segue eletrizante. O café, o conhaque e o que não se consegue fazer. O texto é de uma erudição tranquila e reveladora.
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